Paginas

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A Família E O Burro

Era uma vez um casal que tinha um filho de dez anos e um burro.
Decidiram viajar, trabalhar e conhecer o mundo.
Assim, se foram os três com seu burro.
Ao passar por um povoado, Todos comentaram:
“Veja que menino mal educado.
Encima do burro e os pobres pais, puxando as rédeas.”
Então, a mulher disse a seu esposo:
Vamos permitir que essa gente fale mal do menino.
E o esposo resolveu.
Tirou o menino e subiu ele no lombo do burro. E no segundo povoado, Todos murmuravam:
“Veja que tipo sem vergonha. Vai bem cômodo em cima do burro enquanto a mulher e o filho vão puxando as rédeas”
Então, tomaram a decisão de colocar a mulher no lombo do burro, enquanto pai e filho puxavam as rédeas.
Ao passar pelo terceiro povoado, todos comentavam:
“Pobre homem. Depois de trabalhar o dia todo, ainda tem que levar a mulher sobre o burro! E pobre filho que espera dessa mãe!”
Entraram então em um acordo e decidiram subir os três no lombo do burro para começar novamente sua peregrinação. 
Ao chegar no povoado seguinte, todos comentavam:
“São mesmo umas bestas, será que não veem que podem quebrar a coluna do pobre animal.!”
Por último, decidiram descer os três e caminhar junto ao burro.
Porém ao passar pelo povoado seguinte, ouviram todos sorridentes dizerem:
“Vejam só estes três idiotas:
caminham, quando tem um burro que poderia leva-los”

Conclusão:
Sempre vão te criticar, falarão mal de você e será difícil 
encontrar alguém que concorde com suas atitudes.
Então: Viva como gostas! Faça o que te diz o coração! Faça o que sentes! A vida é uma obra de teatro que não permite ensaios.
Por isso: Cante, ria, dance, ame… E viva intensamente cada momento de tua vida, que é muito precioso, viva-o antes que se fechem as cortinas e a obra termine sem aplausos!

Autor desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Vencendo O Desânimo

O grande carro de luxo parou diante do pequeno escritório à entrada do cemitério e o chofer, uniformizado, dirigiu-se ao vigia.
- Você pode acompanhar-me, por favor? É que minha patroa está doente e não pode andar, explicou. Quer ter a bondade de vir falar com ela?
Uma senhora de idade, cujos olhos fundos não podiam ocultar o profundo sofrimento, esperava no carro.
- Sou a Sra. Adams, disse-lhe. – nestes últimos dois anos mandei-lhe cinco dólares por semana…
- Para as flores, lembrou o vigia. 
- Justamente. Para que fossem colocadas na sepultura de meu filho.
- Vim aqui hoje, disse um tanto consternada, porque os médicos me avisaram que tenho pouco tempo de vida. Então quis vir até aqui para uma última visita e para lhe agradecer.
O funcionário teve um momento de hesitação, mas depois falou com delicadeza:
- Sabe, minha senhora, eu sempre lamentei que continuasse mandando o dinheiro para as flores…
- Como assim? Perguntou a dama.
- É que… A senhora sabe… As flores duram tão pouco tempo… 
- E afinal, aqui, ninguém vê…
- O senhor sabe o que está dizendo? Retrucou à senhora Adams.
- Sei, sim senhora. Pertenço a uma associação de serviço social, cujos membros visitam os hospitais e os asilos.
- Lá, sim, é que as flores fazem muita falta…
- Os internados podem vê-las e apreciar seu perfume.
A senhora deixou-se ficar em silêncio por alguns segundos. Depois, sem dizer uma palavra, fez um sinal ao chofer para que partissem.
Meses depois, o vigia foi surpreendido por outra visita. Duplamente surpreendido porque, desta vez, era a própria senhora que vinha guiando o carro.
- Agora eu mesma levo as flores aos doentes, explicou-lhe, com um sorriso amável.
- O senhor tem razão. Os enfermos ficam radiantes e fazem com que eu me sinta feliz.
- Os médicos não sabem a razão da minha cura, mas eu sei.
- É que reencontrei motivos para viver. Não esqueci meu filho, pelo contrário, dou as flores em seu nome e isso me dá forças.
A Sra. Adams descobrira o que quase todos não ignoramos, mas muitas vezes esquecemos. Auxiliando os outros, conseguira auxiliar-se a si própria.

Autor desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 18 de novembro de 2014

A Vida De Cabeça Para Baixo



Quem nunca teve ou tem enormes problemas na vida? É bem provável que estamos nesta vida para nos tornarmos pessoas melhores. Mas, sejamos francos: como é complicado vencer momentos iníquos, não é mesmo? Nunca sabemos o que nos espera depois da próxima esquina. A única certeza que temos é que há algo nos esperando após a curva.

Quando o céu está para Brigadeiro e o mar para Almirante, logo surgem tempestades com potencial para causar grandes estragos. O que fazer, já que não podemos evitar a vontade da mãe natureza? Preparemo-nos para superá-la com o menor desgaste possível.

Como conseguir isso mais facilmente? Entendendo que o problema em si quase nunca é problema. Na maioria das ocasiões, o problema é a forma como o encaramos. Precisamos perceber, também, que muitas vezes a nossa vida é colocada de cabeça para baixo, para que possamos aprender a viver de cabeça para cima.

Autor desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina