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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O Menino Da Cicatriz No Rosto


Um menino tinha uma cicatriz no rosto. Os alunos do seu colégio não falavam com ele e nem se assentavam ao seu lado devido àquela cicatriz que achavam muito feia. Alguns até queriam que ele não freqüentasse mais o colégio ou quando muito, se assentasse no último banco da sala. Ele ficou sabendo e concordou, embora pesarosamente. Antes, porém, pediu ao professor para lhes contar a história daquela cicatriz. Após o intervalo o menino foi para frente e começou a relatar: 
- Sabe, turma, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas o motivo foi o seguinte. Eu tinha por volta de 7 a 8 anos. Minha mãe era muito pobre e para ajudar na nossa alimentação, passava roupa para fora. Além de mim, havia mais três irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.
Um dia nossa casa, feita de madeira, começou a pegar fogo. Minha mãe correu até o quarto em que estávamos, pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora. Havia muita fumaça, as paredes pegaram fogo e estava muito quente.... 
Minha mãe colocou-me sentado no chão e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois ia buscar a caçulinha que continuava lá dentro da casa em chamas. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa, as pessoas que estavam ali, não a deixaram, mas ela gritava:  "Minha filhinha está lá dentro!" Vi no seu rosto o desespero, mas aquelas pessoas não queriam deixar de jeito nenhum...
 Foi aí que decidi. Coloquei  meu irmão de 2 anos no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.. Entrei disfarçadamente, sem ser notado. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Quando cheguei no quarto, ela estava enrolada num lençol e chorava muito... Neste momento vi caindo do teto alguma coisa quente. Joguei-me na frente dela para proteger a menina, e aquela coisa quente queimou meu rosto... Muitos alunos choravam. Daí por diante a classe mudou seu modo de tratar o menino da cicatriz.

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Os Três Conselhos


Certo dia o marido disse para sua esposa que iria arranjar serviço em alguma fazenda. Despediu-se dela, prometendo-se fidelidade mútua e viajou. Por sorte encontrou um bom patrão, trabalhou vários anos e resolveu voltar para sua casa. Na saída, muito grato pelos serviços prestados, o patrão perguntou o que preferia como pagamento: - Levar o dinheiro ou receber três conselhos. Preferiu ouvir os três conselhos. Quais eram?
- Nunca tomes atalhos em tuas caminhadas.
- Nunca te deixes levar pela curiosidade.
- Nunca tomes uma resolução precipitada.

Despediu-se do patrão prometendo seguir fielmente os três conselhos. Durante a viagem teve oportunidade de aplicar os três. Num certo cruzamento do caminho, achou bom pedir informação. Responderam:
- O caminho certo é este. O outro atalha bem e a gente chega mais depressa.
Preferiu seguir o conselho do seu patrão. No dia seguinte ficou sabendo que havia um assaltante no atalho que ele ia tomar 
Caminhando sempre, cansou-se e parou numa pensão para dormir. À noite ouviu uns gritos histéricos, teve a curiosidade de ver o que estava acontecendo, mas pensou no conselho: não te deixes levar pela curiosidade.
No dia seguinte ficou sabendo o que aconteceu e deu graças a Deus: Lá morava uma louca que gritava de noite e matava quem fosse ver quem estava gritando. 
Chegando à sua casa, viu de longe sua esposa acariciando um rapaz. Seria algum amante que ela arranjou? Dominou o ímpeto que sentiu de provocar uma tragédia, mas lembrou-se do terceiro conselho:- Nunca tomes uma resolução precipitada.  Aproximou-se de vagarinho, como que assuntando o que iria fazer:
- Quem é esse rapaz? - perguntou para a esposa.
- Nosso filho, meu amor Eu o concebi antes de você viajar. 
Então se abraçaram efusivamente. Ele entrou, abraçou também o filho e contou toda a sua longa história. Depois rezaram e se assentaram para comer o ultimo pão que recebera do seu patrão. Ao partir o pão, encontrou o dinheiro, o pagamento de quase vinte anos de trabalho dedicado.

Lição: Guarde bem e pratique os três conselhos e será feliz na vida

Enviou: Jaime Alberto Tovar Camacho
Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A Mentira Do Namorado


Certa vez, um casal de namorados entrou numa loja de produtos japoneses. A moça ficou encantada com um lindo vaso. Seu namorado foi indagar o preço, era muito alto. Mas, ao correr os olhos, viu um vaso quebrado, igualzinho aquele, e teve uma ideia.  Após deixar a moça em sua casa, voltou à loja e disse para o balconista:
“Eu lhe dou dez reais por aquele vaso quebrado ali. Você me vende?” O balconista levou o vaso para dentro da loja, e logo voltou com ele um lindo embrulho. O rapaz pagou e foi direto para a casa da moça. Chegando lá, disse a ela: -
“Querida, comprei aquele vaso para você. Mas, que pena! Quando eu vinha vindo, escapou da minha mão, caiu, e senti que ele se quebrou”.
A moça disse que não havia problema, o que vale é a intenção. E lhe deu um carinhoso abraço. Mas, quando ela desembrulhou o pacote, que decepção! Viu que os cacos tinham sido embrulhados separadamente! Mentira tem pernas curtas.

Lição: Se os namorados mentem um para o outro, certamente vão mentir depois de casados. E aí é pior. O amor é sincero, é transparente.

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina