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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O Saco De Carvão


Um dia Jaime entrou em casa todo transtornado pelas ofensas recebidas de um colega.
- Se pudesse, eu o mataria – disse ao pai.
Enquanto ele se desabafava raivosamente, o pai o levou até o quintal onde havia uma camisa branca secando ao sol. Pegando um saco de carvão que guardava para um churrasco, disse ao menino:
- Você está vendo aquela camisa branca no varal? Imagine que ela é o Pedrinho que ofendeu você, e que cada carvão neste saco é um mau desejo que você atira nele. Quero que atire na camisa todos os carvões deste saco. Depois voltarei para ver como ficou.
O menino começou a atirar os carvões como se fosse um brinquedo. Mas como o varal estava longe, poucos acertaram na camisa. Após uma hora o pai voltou e perguntou:
- Filho, como você se sente?
- Cansado mas acertei alguns carvões na camisa.
- Agora venha comigo até meu quarto, e coloque-se diante daquele espelho grande que pega o corpo inteiro.
Assim ele fez. Viu-se todo todo preto por causa do pó do carvão , e só se viam os dentes e os olhos. Então o pai lhe disse:
- A camisa estendida no varal, representa o menino com quem você brigou. Os carvões que você jogou, sujaram a camisa, mas pouco. Você ficou muito mais sujo. Quem reage às ofensas, perde mais do que ganha. Perdoem-se mutuamente e tudo se torna limpo. 

Lição: O mal que desejamos aos outros, retorna para nós e se multiplica em nós: A gente sofre mais, suja-se mais, perde amigos, perde o sono, entristece o bom Deus.

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A Casa Queimada

Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem que acreditava em Deus, e sabia que Ele o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores
falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.
Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha
não habitada. Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar
algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo
satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção
de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
- "Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?"
Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
- "Vamos rapaz?"
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:
- "Vamos rapaz, nós viemos te buscar".
- "Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava qui?"
- "Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante."
Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos.

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Amar É Uma Decisão, Não Um Sentimento

Um esposo foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não amava sua esposa e que pensava em separar-se.
-O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhes apenas uma palavra:
-Ame-a. E calou-se.
-Mas, já não sinto nada por ela!
-Ame-a, disse-lhe novamente o sábio.
-E diante do desconcerto do homem, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:
-Amar é uma decisão, não um sentimento;
-Amar é dedicação e entrega.
-Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor.
-O amor é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja
paciente, regue e cuide.
-Esteja preparado porque haverão pragas, secas ou excessos de chuvas, mas nem por isso
abandone o seu jardim.
-Ame quem está ao teu lado, aceite-a, valorize-a, respeite-a, dê afeto e ternura, admire e
compreenda-a. Ame!
POIS, A VIDA SEM AMOR, NÃO TEM SENTIDO.
-A inteligência sem amor, te faz perverso.
-A justiça sem amor, te faz implacável.
-A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
-O êxito sem amor, te faz arrogante.
-A riqueza sem amor, te faz avaro.
-A docilidade sem amor te faz servil.
-A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
-A beleza sem amor, te faz ridículo.
-A autoridade sem amor, te faz tirano.
-O trabalho sem amor, te faz escravo.
-A simplicidade sem amor, te deprecia.
-A oração sem amor, te faz introvertido.
-A lei sem amor, te escraviza.
-A política sem amor, te deixa egoísta.
-A fé sem amor te deixa fanático.
-A cruz sem amor se converte em tortura, e a vida sem amor... não tem sentido.

Desconheço autor
Colaboração: Carlos E. Della Justina