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sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A Porta Negra

Há algumas gerações atrás, durante uma das mais turbulentas guerras no oriente médio, um general persa capturou um espião e o condenou a morte. O general, um homem de grande inteligência havia adotado um estranho costume em tais casos. Ele permitia ao condenado que escolhesse. O prisioneiro podia enfrentar um pelotão de fuzilamento ou podia atravessar a “porta negra”.
Um pouco antes da execução, o general ordenava que trouxessem o espião a sua presença para uma breve e final entrevista, sendo seu principal objetivo saber qual seria sua resposta: o pelotão de fuzilamento ou a “porta negra”. Esta não era uma decisão fácil e o prisioneiro vacilava e preferia o pelotão do que ao desconhecido e aos espantosos horrores que poderiam estar por detrás da temerosa “porta negra”.
Momentos após se escutava o rajar das balas que davam cumprimento a sentença.
O general da nossa história, com os olhos fixos em suas bem polidas botas, voltava para seu ajudante de ordens e dizia: “Eis ali o que é o homem, prefere o mal conhecido ao desconhecido. É uma característica dos humanos temerem o incerto. Você vê, eu disse a ele para escolher”.
Afinal, o que existe atrás da “porta negra”? Perguntou seu ajudante de ordens ao general.
“LIBERDADE”, respondeu o general, e poucos tem sido os homens que tiveram o valor de decidir-se por ela...
Jesus veio trazer a liberdade e a vida, mais muitos preferem continuar a viver uma vida cheia de problemas, decisões precipitadas, persistem em permanecer no erro ao invés de escolher por mudar e arriscar uma nova oportunidade que sempre lhe é oferecida.
Lembre-se: a vida é uma só, tente aproveitar ao máximo e não a condene com escolhas erradas. Sempre que você tiver que escolher entre qual caminho seguir, siga o caminho que tiver mais flores, pois elas sempre te levam a maior FELICIDADE...

Enviada por: Silaine Kunz

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Deixe A Raiva Secar

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia, sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar. Mariana não podia, pois ela iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia, então, pediu para a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
- Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo e ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão!
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo, todo branquinho, e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.?
Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro.
Depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão. Logo depois alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Ai ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.
Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro...
Nunca tome qualquer atitude com raiva. A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.
Autor (a) do texto: Desconhecido

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Mania De Superioridade

Existem pessoas que, por terem maior bagagem de conhecimento que outras, se julgam superiores, achando-se com o direito de menosprezar aquelas que, menos favorecidas, não dispõe do mesmo cabedal de conhecimentos, mas que nem por isso podem ser consideradas inferiores.
" A luz não vem ao mundo para zombar das trevas; mas iluminá-las."
Sem dúvida alguma... Essa é a atitude correta. Todo aquele que tiver mais "luz", deve procurar iluminar aqueles que não a tem, ao invés de menosprezá-los.
Nunca podemos nos esquecer ainda, de que não somos detentores do conhecimento absoluto. Sempre existe algo que não conhecemos.
Exemplificando: um grande cientista, possivelmente não saberá consertar uma torneira.
Então, apesar de todo seu cabedal de conhecimentos, ele vai precisar dos conhecimentos específicos de um humilde encanador.
Tudo na vida é uma troca de conhecimentos. Assim sendo, antes de zombar de alguma pessoa que seja ignorante naquilo em que você é sábio, procure saber se seus conhecimentos são tão profundos, que dominam também a especialidade desse alguém.
Como é praticamente impossível ao cérebro humano absorver o conhecimento total, sempre devemos manter nossa humildade e, da mesma maneira que procuramos saber mais, também devemos dividir com os outros aquilo que sabemos, ao invés de nos vangloriarmos de nossos conhecimentos profundos sobre determinado assunto, tachando de ignorantes aqueles que não tem o mesmo grau de conhecimento.
Será que não existe alguma coisa que um humilde faxineiro nos possa ensinar? Não tenha dúvidas de que existe. Nem que seja uma lição de humildade. E essa, amigos, já é uma grande lição de vida que, se bem aproveitada, pode nos ensinar a viver melhor...
Essa lição, inclusive, pode mostrar que o orgulho desmedido que muitas pessoas sentem por suas origens, por sua situação financeira, ou por seus conhecimentos, muitas vezes pode se virar contra elas mesmas, pois sua atitude acaba afastando muitos amigos, que acabam se cansando de certas atitudes prepotentes e as deixam sós. E de que vale o orgulho nessa altura dos acontecimentos?
Então Amigos (as)... o negócio mesmo é procurar dividir nossa "luz" com quem não a tem, ao mesmo tempo em que podemos nos iluminar um pouco com a "luz" que outras pessoas tem, e da qual somos carentes. Assim, ao mesmo tempo em que aumentamos nossa "área iluminada", "iluminamos" áreas alheias. Não lhes parece uma troca justa?
Aliás, a melhor maneira de evitar o apagão, é com idéias luminosas.